Sábado, 30 de Junho de 2007

Aumento de efetivo e salário da PCDF

Após duas assembléias realizadas pelo SINPOL - Sindicato dos Policiais Civis do DF e com a presença de milhares de policiais civis no Parque da Cidade, o Governador Arruda deu sinal verde para os aumentos do efetivo da Polícia Civil do DF, serão mais de duas mil vagas para os cargos de: agentes de polícia, delegados, escrivães, peritos criminais, medico-legistas e papiloscopistas.. e o melhor ainda!!aumento salarial em duas vezes, 8.40% este ano e 14.60% em 2008. É isso aí CANAS de outros estados se unem e lutem por melhores salários e condições de trabalho.

Caso Isabela Tainara

Aos colegas que trabalham na área de segurança pública, há tempos que não venho atualizando este blog, mas hoje diante de uma notícia triste, tomei a iniciativa de mostrar a minha indignação com o assassinato de forma cruel da garota Isabela Tainara e solidarizar-me com a dor de seus pais e familiares. Sei que a dor e saudade de sua filha não irá terminar, mas com certeza se a nossa Polícia Civil elucidar este crime, identificando e prendendo o assasino ou assassinos, ajudará a amenizar o sofrimento não só de seus pais, mas de nossa cidade que ficou abalada com tal barbaridade.

Terça-feira, 29 de Maio de 2007

REAGE, BRASIL!

Desculpem por ter ficado algum tempo sem postar.. Porém hoje lendo este manifesto de um
dos poucos políticos que fazem política com honestidade, seriedade e que realmente pensa
não em si próprio, mais no conjunto da população deste sofrido País, eu resolvi colocar seu texto neste meu blog e desejaria que todos que o lessem espalhassem este manifesto e quem sabe pela internet não conseguiríamos o que deseja o nosso nobre Senador Pedro Simon de que a população ordeiramente desse um basta a toda esta roubalheira que ocorre em nosso país,não agora como ele mesmo diz ...a gente sabe que é deste que foi descoberto estas terras... há mais de 500 anos... REAGE, BRASIL!!!

Senador Pedro Simon (PMDB-RS)

Eu tive o cuidado, nestes dias, de reler os meus pronunciamentos, nos últimos 15 anos, sobre corrupção e desvios de recursos públicos. Fiquei, primeiramente, impressionado com a quantidade. Mas, o que mais me impressionou, nesta minha volta a um passado não tão recente, é a atualidade de todos os discursos, nos quais procurei, sempre, me aprofundar sobre as causas da corrupção no Brasil, embora as investigações tenham se preocupado, quase sempre, apenas, com as suas conseqüências.Imagine-se a implantação, como eu defendi, já em 1995, da chamada “CPI dos Corruptores”. Na verdade, ela se confundia com uma “CPI das Empreiteiras”. A Comissão morreu no nascedouro, pela falta de vontade dos partidos e dos líderes partidários de investigar os desvios que, naqueles idos tempos, chamavam a atenção, principalmente dos recursos do orçamento da União.Se cumpridas as sugestões e as determinações que, certamente, seriam aprovadas, caso aquela Comissão tivesse sido instalada, não haveria, hoje, quem sabe, necessidade da Operação Navalha, nem das outras operações e CPIs anteriores, como a “das Sanguessugas”, “das ambulâncias”, “do Mensalão”, “dos Correios”, “Furacão”, “Gafanhoto”, “Matusalém”, “Anaconda”, e tantas outras, com suas respectivas, e criativas, nomenclaturas.Não sei quantas operações ainda virão. Nem como se chamarão. Nem quantas CPIs ainda se instalarão. Nem como se comportarão. Espero que não se esgote a criatividade da Polícia Federal. Nem as minhas esperanças.Não tenho qualquer expectativa de que as mudanças que a população tanto reclama, em termos de valores e referências, venha a ser concretizada de dentro para fora. As últimas pesquisas de opinião pública dão conta de que essa mesma população também não acredita mais nas suas instituições públicas.É que nunca, em nenhum momento da nossa história política, os três poderes da República estiveram tão contaminados pela corrupção. Há um poder paralelo, que se entranha no Congresso, no Executivo e no Judiciário, que faz com que as instituições públicas percam a legitimidade junto à sociedade civil. As pessoas não acreditam, mais, na sua representação política.É por isso que, embora nossas melhores intenções, não há que se esperar, a partir do Executivo, do Legislativo e do Judiciário, pelo menos no curto prazo, as mudanças políticas, obviamente no espaço democrático, que a sociedade tanto reclama.Ocorre que a realidade brasileira, hoje, tamanha a barbárie, não pode esperar mudanças além do curto prazo. E, aí, há que se ter uma imensa mobilização de fora para dentro. É preciso que o povo seja, de fato, senhor da história. Sujeito, e não objeto.É preciso que a sociedade brasileira volte a exercitar a força das ruas. Um movimento, que poderia orientar-se sob o lema “Reage, Brasil”.Ora, um país com tantas e tamanhas riquezas, como o nosso, não pode permanecer mergulhado na barbárie. Não pode conviver com a corrupção, com a miséria e com pobreza, com a violência, com o analfabetismo e com tão precárias condições de vida.No século passado, fomos o país que mais cresceu no mundo. Embora toda essa riqueza gerada pelo trabalho dos brasileiros, irrompemos o novo milênio como o país de pior distribuição de renda do planeta, mergulhado na violência e na corrupção.Por isso, a conclamação. Que a população brasileira ocupe, de novo, de maneira pacífica e democrática, as ruas e exija mudanças de postura dos gestores da coisa pública, em todos os níveis. Que reclame por uma reforma política que legitime, verdadeiramente, as suas instituições democráticas. Que imponha o término da corrupção. Que obrigue o fim da impunidade, principalmente para quem se locupleta com o sagrado dinheiro público. Que se reconstrua um Estado em novas bases, verdadeiramente voltado para a democracia, a soberania e a cidadania. Que as leis busquem, de fato, o interesse coletivo, e não a sanha perversa de alguns. Que todos sejam iguais perante a lei, como determina a nossa Constituição.Ainda está presente, na nossa memória, o movimento “Diretas-Já”, que, embora a subserviência ao poder deste Congresso Nacional, que negou, num primeiro momento, a lei que daria ao povo o direito de votar para presidente, marcou um dos momentos mais sublimes da nossa história, e deu suporte para a abertura política. Uma mudança também reclamada em todos os cantos e recantos do País, naqueles idos da década de oitenta.Quem não se lembra dos jovens “cara-pintadas”, movimento democrático que, também, ocupou as ruas de todo o país, na luta contra a corrupção.Quem não se lembra de tantos outros momentos em que a sociedade ditou, verdadeiramente, os melhores rumos para o País.É hora de a sociedade organizada reagir. A partir dos movimentos das igrejas, das escolas, das famílias, dos sindicatos, das organizações de classe.Reagir, em todos os sentidos da palavra, e da ação: de demonstrar reação, de protestar, de se opor, de lutar, de resistir. De agir, de novo.A decência vai onde o povo está.

Quinta-feira, 3 de Maio de 2007

Agradecimentos

Quero agradecer aos colegas policiais militares de Brasília e do Rio de Janeiro, que por aqui passaram e dizer que vou buscar sempre como digo sem coorporativismo, mostrar os valores que tem os PMs e os PCs. Ontem mesmo (03 de maio) eu presenciei um belíssimo trabalho de policiais do 4º BPM aqui de Brasília, quando em perseguição prenderam em flagrante uma quadrilha que acabava de cometer um assalto, ouve trocas de tiros e felizmente só um dos bandidos fora ferido, sendo que dois eram menores. Os PMs ainda recuperaram o veículo da vítima e apreenderam as armas utilizadas pelos assaltantes. São ações como esta, destes como a gente diz na gíria policial "canas", que fazem nos sentirmos orgulhosos em sermos defensores da sociedade, esta mesma que recrimina ações como a que agora vemos deflagradas nas favelas do Rio em que infelizmente tombou mais um policial militar.

Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

Policiais Militares assassinados no Rio de Janeiro

Até quando o estado irá continuar omisso em relação as mortes de tantos servidores da segurança pública no Rio de janeiro, até quando veremos pais de família saírem ao trabalho e não saberem se voltarão com vida para o seio de suas famílias. Um estado, um país que não valoriza aqueles que por opção de vida ou mesmo por desejo de serem, servidores públicos com a nobre missão de defender a sociedade contra os que não a respeitam, ajam da forma atual, pagando-lhes míseros salários, não dando real condições de trabalho e a própria sociedade invertendo os próprios valores em que eles, os policiais são considerados os marginais e os marginais, ora... coitados, são apenas aqueles que não tiveram oportunidades na vida... de estudo e etc.. apenas blá-blás de intelectuais metidos a bestas. Entrando neste mundo virtual eu leio e vejo tantos blá-blás que me dá enjôo. Uma coisa simples melhoraria a segurança pública neste país...VALORIZAR E RESPEITAR o policial que realmente faz a polícia..Os que estão nas ruas patrulhando e também investigando crimes, lhes dando salários dignos, viaturas modernas, coletes e armas seguras, assim terão moral e confiança para enfrentarem qualquer marginal. Eu acredito que todos os policiais que são honestos pensam assim como eu. Pois aqui em Brasília os policiais tanto militares como civis tem um salário digno, armas modernas e viaturas ...Sentimos orgulho em sermos policiais.

Quarta-feira, 25 de Abril de 2007

CARTA AO NOSSO PAI

Brasília-DF, 21 de abril de 2.007


O ano era 1957... Há cinqüenta anos ele partiu de sua terra, tinha 37 anos, era mais um nordestino entre os milhares que acreditavam no sonho do Presidente JK, de construir neste planalto central uma cidade.. A nova capital do Brasil – BRASÍLIA. Trazia juntamente com sua família, os seus sonhos... Chegava em mais um caminhão pau-de-arara, que por ironia da vida ainda veio a tombar na estrada, deixando feridas que arrancou pedaços de seu corpo, mas ainda assim mesmo não conseguiu arrancar-lhe a esperança de buscar uma nova vida aqui neste pedaço de terra, no cerrado do Brasil, e que além de ajudar a construir os belos palácios e monumentos de Brasília, ele também desejava ver concretizado os seus sonhos.
Nosso Pai era um sonhador, um candango autêntico e quis o destino que ele partisse no dia do aniversário da cidade que ele ajudou a construir, 21 de abril de 2.007, aos 87 anos. E como nesta data também comemoramos a morte de grandes heróis da pátria Brasil, nós, os filhos do Pastor Natalício, sentimos lisonjeados de justamente neste dia, DEUS ter vindo buscá-lo, quem sabe para mostrar a todos nós, familiares e amigos o quanto ele era especial... e muito mais para mim, pois hoje é Dia do Policial Civil, função que exerço e muito me orgulho e que também orgulhava meu velho pai.
E quando digo que ele era um sonhador, é que eu via meu pai assim, aquele Senhor que não tinha apego a coisas materiais, tanto é que não deixou bens... É claro que todos nós da família sabemos o porquê... é porque em sua fé ele acreditava que os grandes tesouros, os mais preciosos estão guardados e reservados no céu.... e que DEUS aqui na terra já havia lhe dado um grande tesouro....A SUA FAMÍLIA!
E ele transmitia para nós os seus bons valores, e entre tantos os que nos passou, um ele costumava sempre dizer: “Tive oito filhos e todos eles são pessoas das quais eu muito me orgulho, porque são HONESTOS”, mesmo que todos não seguissem a sua crença ou tendo a sua fé. E quantas e quantas vezes ouvimos na data de seu aniversário, comemorado sempre no primeiro dia de cada ano, ele dizer estas palavras para que todos os seus amigos e irmãos de fé que ali estavam presentes a escutassem.
Marlene, Abraão (in memoriam), Raquel, Elias, Rute, Noeme, Enoque e Esdra, todos os seus filhos.... o Velhão, Seu Natalício ou Papai, não importa a forma como cada um de nós nos dirigirmos a ele, saberá que os seus ensinamentos e conselhos serão por nós sempre guardados e que também repassaremos aos nossos filhos, e nossos filhos, aos seus filhos e assim por diante continuaremos a perpetuar a memória deste ilustre candango desconhecido, porém para todos aqueles que o conheceram, jamais será esquecido. E quando o primeiro dia de cada ano vier a sua esposa, Dona Luzia, (minha mãe) juntamente com seus filhos, seus netos, seus bisnetos, genros e noras se reunirão, para comemorar o seu aniversário e então para sempre esta data de primeiro de janeiro, que era o seu desejo, será o dia de confraternização da família Freitas, da família do Pastor Natalício Venâncio de Freitas.

De seu filho,

Terça-feira, 24 de Abril de 2007

Primeira Postagem

Hoje estou começando a entrar na onda desta blogsfera policial , como ainda sou "novinho" não irei escrever nada sobre minhas idéias, logo espero, tentarei mostrar aos colegas que são policiais militares que nós os policiais civis poderemos trabalhar em perfeita integração, temos sim muitas diferenças, tanto na forma em que somos regidos e também em salários e também no que a constituição compete a cada uma das polícia. Até o próximo post.